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                      Eis o homem

                      Publicado por Raimundo Ribeiro Passos em 08/05/2019
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                      “Saiu, pois, Jesus trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Disse-lhes Pilatos: Eis o homem!” (João 19:5)

                      “Eis o homem” pode ser uma forma de apresentar alguém. Particularmente acho que Pilatos não tinha essa intenção, mas talvez estivesse tentando resolver um problema de sua própria maneira. Muito provável ele tenha considerado fraca a sustentação religiosa apresentada pelos líderes judeus e que apresentando o acusado depois de ter apanhado dos soldados, de ter sido insultado, de estar todo ensanguentado, dado ao ridículo e completamente desprezado, eles achariam que estava de bom tamanho e deixariam a ideia de mata-lo de lado.
                      Mas foi exatamente o contrário o que aconteceu.

                      Pilatos não compreende a situação e não conhece quem está ao lado dele. Vai cometer pecado não menor que o líder judeu que entregou Jesus. Por outro lado, ele submete nosso Senhor a ignomínia. Ao verem a situação, o coração dos que o entregaram se encheram mais de ódio e proclamam o veredito final: levai-o à crucificação. Mas parece que Pilatos não está convencido disso, pois segundo afirma, não achou crime algum no homem que apresentaram como culpado. Há um conflito exposto entre a liderança judaica e Pilatos, manifestado no discurso
                      que se trava entre eles.

                      Diante da ação de Pilatos, a liderança judaica faz a última apelação: “se soltas esse homem não és amigo de César”. Veja que essa história de ´amigo de alguém` ou ´amigo do amigo de alguém` não é nova, mas já acontece há muito tempo. Isso desestrutura Pilatos, que se vê acuado e sem muita saída pela própria inércia e afago de um coração corrupto. Assim, para não ficar por baixo, apesar de não poder fazer mais nada, apresenta Jesus novamente aos seus acusadores como “Eis aqui o vosso rei”. Para Pilatos lhe é muito claro a quem ele mesmo
                      servia, isso porque, devido à dureza de coração fora incapaz de ver que aquele que estava diante dele era de fato o único e verdadeiro Rei.

                      Mas isso não acontece somente com Pilatos, a liderança judaica e o povo que estava ali, fazem a mesma coisa, também rejeitam o verdadeiro Rei. Muitos anos atrás o povo rejeitou a Deus, quando Samuel era sacerdote, para ter um rei e ser como as outras nações. Eles não suportavam mais a Deus como seu governante. Novamente o fato se repete, mas a troca é mais perversa, pois além de rejeitarem ao próprio Deus Pai, rejeitam também o Deus Filho, como o verdadeiro Rei de Israel. Assim, entregam-se a César como seu único rei. Que situação!

                      As consequências de nossos atos são claras, quanto mais nos afastamos de Deus, o coração se torna mais duro e a rejeição vai crescendo cada vez mais, a ponto de o destituirmos definitivamente de sua verdadeira posição. Ele pode estar à nossa frente, mas não o queremos, o rejeitamos, o desprezamos e queremos viver a vida que mais nos agrada. Isso se segue até que declaremos, numa tentativa desesperada, que “Deus está morto”. Depois disso,
                      pode-se viver como quer. É para isso que se caminha na pós-modernidade! Houve uma declaração da morte de Deus, a partir daí a queda continua e não se chega ao fundo do poço, pois não há. A rejeição de Deus é declarada e não importa que Ele tenha vindo pessoalmente e estado entre a humanidade. Veio para morrer na cruz, para restaurar a humanidade e restabelecer o seu governo. Mas, como Pilatos entendia não parecia afetar o seu reino
                      terreno, daí não ter dado a mínima importância para Jesus. Há uma chance para nós, pois, quando Pilatos disse “eis o homem” e decretou sua condenação, estava cumprindo o que predizia as escrituras, mas nós agora temos a chance de não rejeitá-lo e fazê-lo Rei sobre nós!

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                      Raimundo Ribeiro Passos
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