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                      Uma lamparina acesa é um bom sinal!

                      Publicado por Raimundo Ribeiro Passos em 03/08/2022
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                      Mateus 25.8b

                       

                      Ainda possuímos uma enorme quantidade de residências que não tem energia elétrica. Com a pandemia, o aumento do desemprego e da inflação a situação só tem piorado. De modo que um dos recursos para ter iluminação em casa é voltar ao uso, por exemplo, da velha lamparina. A demanda e consumo de energia elétrica é um indicador de desenvolvimento de um país – como está nosso Brasil?! Mas não é sobre isso que quero falar neste artigo, só me referi ao tema pois é extremamente preocupante. Uma lamparina é um equipamento extremamente útil, pois pode nos ajudar a transitar ou chegar em algum lugar. Assim, ter uma é um bom indicativo, principalmente quando este é o único recurso, de ingresso em determinado lugar.

                      Para entrar numa festa de casamento é necessário um convite, a lamparina aqui é o nosso convite de casamento. Parece algo estranho, mas me deixe explicar melhor. Estamos diante de um texto bíblico (a parábola das dez virgens – apresentada somente no evangelho de Mateus) que pode ser de difícil interpretação, principalmente se o contexto não for bem observado (esse não é um texto de exegese, só de reflexão!). A parábola imediatamente anterior fala dos servos fiel e infiel e a mensagem central é a necessidade de estar alerta, assim como a parábola dos talentos, que vem logo em seguida. O contexto geral é “estar num estado de vigilância constante”. O problema é que nem sempre conseguimos ficar assim, pois podemos cochilar de vez em quando. Assim, parece que a parábola em questão complementa a dos dois servos e inaugura algo importante para a parábola dos talentos.

                      A parábola em si, parece trazer três atos de desenvolvimento: uma preparação para um encontro de casamento, o encontro e o pós-encontro. Cada um cheio de significados, o que uma leitura simples e rápida não mostrará. Há uma noção de temporalidade introduzida no início do texto, o que leva obrigatoriamente à necessidade de vigilância. Eu disse que a parábola inaugura algo porque o contexto é futuro, por isso o verbo vem no futuro (será). Será como alguma coisa, no caso um casamento. Para um casamento é preciso preparação prévia. Assim, somos instados a nos prepararmos, pois quando o noivo chegar, não haverá mais tempo para isso. Engraçado que o texto não fala da noiva, pois o noivo é o personagem principal. A noiva é representada pelas testemunhas (as dez virgens), que podemos chamar de “a igreja”. Infelizmente na igreja existem pessoas preparadas e pessoas despreparadas. 

                      As preparadas são as que compram óleo antecipadamente (Is 55), são as que aplicam os recursos recebidos (Mt 25.22); são os que discernem o tempo presente (Mt 24.39), são as que estão atentas à chegada do ladrão (Mt 24.43) e são as que anunciam o evangelho (Mt 24.14), pois sabem qual a razão de sua fé (1Pe 3.15), porque também já mudaram de vida (Ef 4.17ss). Para estes, mesmo que o sono venha e adormeçam, tudo o que precisavam fazer, fizeram antes de dormir. Tudo isto se traduz no ato de preparação, que é seguido pelo encontro com o noivo (segundo ato). Neste encontro, o que não foi feito a tempo, ficará sem se fazer. Não haverá mais espaço para isso e não haverá ninguém para ajudar (Mt 25.9). A chegada do noivo abre a porta para os preparados, enquanto os despreparados estão atormentados procurando fazer o que não fizeram, mas sem solução. 

                      E o que se segue? O terceiro ato, quando os despreparados ficam de fora da festa, pois a porta foi fechada e não poderá mais ser aberta. Não há absolutamente nada que possa ser feito. Nenhum clamor, nenhuma demonstração de feitos mudará esta situação. A eles a única palavra proferida é – não vos conheço. Aliás, é a mesma expressão que ouvirão os falsos profetas (Mt 7.15-21). Não fará diferença, estarão no mesmo bolo. Portanto, quero lhe lembrar de algumas coisas, a parábola das dez virgens nos alerta para a necessidade de vigilância; ela fala que devemos nos preocupar com a caminhada e como nos preparamos para ela; tudo o que pode ser feito é durante a caminhada e não haverá tempo depois; e, assim, não deixe para depois o que você deve fazer agora, pode ser que não haja tempo mais tarde. Que o Senhor nosso Deus, nos faça estar preparados e com nossa lamparina sempre acesa. Amém!

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