Somos chamados educadores cristãos e discipuladores para “Sermos Um”, vivendo a unidade que testemunha o evangelho. A unidade ocupa um lugar central na carta aos Filipenses. Paulo exorta a igreja com palavras que ecoam fortemente em nossos dias: “[…] completai a minha alegria, para que tenhais o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, o mesmo ânimo, pensando a mesma coisa.” (Fp 2.2). Em um mundo fragmentado e polarizado, essa unidade se torna um testemunho poderoso do Evangelho.
O novo currículo da educação cristã é um instrumento concreto para viver essa unidade. Ele não elimina as particularidades das congregações, mas oferece fundamentos comuns que fortalecem a identidade cristã e Batista. Quando discipuladores e educadores cristãos caminham juntos, compartilham princípios e assumem uma visão comum, o ensino se torna mais coerente e a formação mais profunda.
Paulo aponta Cristo como o modelo supremo dessa unidade: “[…] esvaziou a si mesmo, […]” (Fp 2.7). Esse esvaziamento nos convida a abrir mão de individualismos, resistências e práticas isoladas. Viver esse novo tempo no discipulado é escolher a cooperação, a humildade e o compromisso com o corpo de Cristo, entendendo que ensinar é uma tarefa coletiva, marcada pelo amor e pelo serviço.
Portanto, educadores cristãos e discipuladores, tenham em vocês o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus (Fp 2.5). Neste novo ano, sejam intencionais em conhecer o novo e em colocá-lo em prática, caminhando em unidade com toda a comunidade batista (Fp 2.2). Perseverem em oração pela própria vida, apresentando continuamente suas petições ao Senhor (Fp 4.6), para que o Espírito Santo desperte em vocês sede de conhecimento, disposição para servir, ensinar e edificar vidas (Fp 1.9; 2.13). Assim, vivam o chamado de Deus e sejam uma bênção em 2026 (Fp 1.6; 4.9).




