“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito existiria. A vida estava nele e era a luz dos homens; a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela” (João 1.1-5)
O tempo que se chama hoje nos alerta para a responsabilidade dos nossos atos e ao propósito do nosso viver, se é o bem-estar pessoal ou o pleno servir a Cristo. Servir é privilégio pessoal, pois, de nós mesmos, nada somos e nada podemos fazer. Aceitando o chamado de Deus para servir, recebemos do Mestre a sua graça para agir, conforme Tiago 1.17: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto e descem do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação”.
Davi, experimentado na benignidade divina, proclama “[…] pois em ti está a fonte da vida; na tua luz vemos a luz. Preserva teu amor para os que te conhecem, e tua justiça, para os retos de coração” (Salmo 36. 9-10). Uma vez salvos, jorra em nós a fonte da vida, Cristo, e ao colocarmos nossa vontade sob a perspectiva do autor da vida, encontramos a razão do nosso existir. Para que haja inteireza de propósito, Salomão exorta: “Acima de tudo que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” (Pv. 4.23).
No boletim da Igreja Batista Monte Horebe, (03/06/12), o texto: “Comunhão: Uma questão de relacionamentos-II, Pr. Sênior Edson destaca: “O mundo dos homens não vai melhorar em torno de programações humanitárias; não vai melhorar em razão de programas de melhor distribuição de rendas; não vai melhorar com a erradicação da pobreza; não vai melhorar com a erradicação das doenças físicas, isto porque a doença do ser humano jaz na alma: “Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus” (Rm 3.23-24). “Fica claro que há a possibilidade de retorno à fonte de harmonia com a vida e consigo próprio, se houver o querer”.
Segue fundamentando: “Uma vez voltado ao relacionamento harmonioso com a fonte da vida, a paz é estabelecida: “Portanto, justificados pela fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, […]. Portanto, agora já não há condenação alguma para os que estão em Cristo Jesus”. (Rm 5.1 e 8.1 respectivamente). Estabelecida a paz com Deus, fica o caminho aberto para a paz entre os homens: “Se possível, no que depender de vós, vivei em paz com todos os homens.” (Rm 12.18). Pastor Edson segue advertindo: “O que não cumpre a sua função não legitima sua razão em existir”. Uma vez submissos ao chamado do eterno, seremos instrumentos de salvação ao cumprir com alegria a missão recebida do Pai”.
Pastor Sênior conclui que a questão do “CHAMADO DE DEUS” é algo muito sério, por causa daquele que nos chama, de acordo com Romanos 9.11 “[…] pois os gêmeos ainda não tinham nascido, nem praticado o bem ou o mal, para que o propósito de Deus segundo a eleição permanecesse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama), […]” e ainda em Romanos 11.2: “Porque os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis.”. Que o eterno nos mantenha esse entendimento e compromisso vívido até o final de nossos dias aqui! Amém!
Boletim Igreja Batista Monte Horebe (https://ibmontehorebe.org.br/Pastorais)




